Image

Saber o que 2013 nos reserva é uma incógnita?

Para além dos nossos planos e objetivos, é importante saber para onde olhar.

Neste post referimos o  relatório “100 things to watch in 2013” da JWT, que aponta para algums temas a estar atento em 2013.

JWT: 100 Things to Watch in 2013 from JWTIntelligence

Aproveitamos também para partilhar o vídeo das 10 tendências para 2013.

Muitos são os obstinados que se empenham no caminho que escolheram, poucos os que se empenham no objetivo.

Friedrich Nietsche

 

 

Não basta dar os passos que nos devem levar um dia ao objetivo, cada passo deve ser ele próprio um objetivo em si mesmo, ao mesmo tempo que nos leva para diante.

Johann Gohete

 

Votos de um excelente ano!

Lígia Fernandes

A persuasão é uma ciência

Dezembro 10, 2012

directions

A Harvard Business Review partilhou esta semana um vídeo que explica a ciência da persuasão baseada no trabalho do  Dr. Robert Cialdini (Professor de Psicologia e Marketing, Arizona State University).

Num período em que somos inundados por mensagens imperativas, este é um olhar refrescante e de informação útil para todos os contextos da vida pessoal e profissional.

Deixamo-lo aqui, para quem quiser aprender um pouco mais.

“A arte de persuadir consiste tanto mais em agradar do que em convencer, quanto os homens se guiam mais pelo capricho do que pela razão.”

Autor – Pascal , Blaise

Em modo Férias!!!

Agosto 6, 2012

Image

Diariamente dizemos que não temos tempo…

Diariamente arranjamos razões e/ou desculpas para não fazermos algo ou para termos feito algo de determinada forma…

Há alguns anos atrás a única forma de arranjar tempo para parar e para fazer outra coisa foi quando acabei em frente ao médico, porque o meu corpo deu sinais físicos do desgaste e do stress que não me permitia ter tempo para nada.

Entre vários exames e despistagens, perguntou-me o que dava força para aguentar aquela pressão e conseguir aguentar-me diariamente perante todas as contrariedades. Disse-lhe que desde o primeiro dia sentia que me tinham “abanado uma cenoura”… quando começava a perder a força, voltar a idealizar e a correr atrás dessa mesma cenoura.

Independentemente do final mais ou menos feliz de cada pequena história que faz parte da nossa vida, a verdade é que cada um de nós, mais do que nunca, tem de “correr atrás da sua cenoura”, procurar objectivos, guardar tempo para realizar pequenas coisas, para lutar por um objectivo maior ou mais pequeno.

O importante é estabelecer metas alcançáveis para que possamos ter recompensas. Lembre-se que nunca trabalha para si, está sempre inserido numa rede e cada uma das suas acções terá um forte impacto na sua envolvência. Contudo, lembre-se “se não fizer por si, ninguém o fará”.

Trace caminhos, avalie experiências e obrigue-se a percorrê-los e a viver essas mesmas experiências.

E porque o descanso e a partilha de momentos com família e amigos nos ajudam a sermos mais produtivos e a melhor alcançarmos resultados organizacionais, o meu até já….

 

 “As pessoas dizem frequentemente que a motivação não dura.

Bem, nem o banho – e é por isso que ele é recomendado diariamente”

(Zig Ziglar)

O copo meio cheio

Maio 28, 2012

Image

A empresas podem transmitir positividade aos seus consumidores e tirarem partido da sensação de bem-estar agregado aos seus produtos, e desta forma contrariar o espírito depressivo que os media infligem no mercado.

Sempre existiram consumidores à procura da simplicidade, com menor orientação para o consumo e maior consciência social e ambiental. Este tipo de consumidores caracteriza-se por práticas tais como:

  • – Alimentação saudável mais natural
  • – Práticas de exercícios físicos de forma mais natural exemplo: caminhadas
  • – Consumo consciente, sem consumismo, sem exageros, consumindo só o necessário e consumindo produtos bastante duradouros (sem se preocupar com marcas)
  • – Reaproveitamento das coisas através de compra de materiais usados e realizando reciclagem
  • – Redução da utilização de carros, se possível abandono e substituição por transporte público, bicicleta, ou caminhada
  • – Doação de bens que já não necessitam
  • – Redução do consumo de energia
  • – Contemplação da natureza (exemplo: passeios e atividades ao ar livre
  • – Valorização das “pequenas coisas da vida

Este tipo de consumidor voluntário sempre foi uma minoria muitas vezes descriminada e que remava contra a maré do consumismo. A novidade é que a maré agora corre a seu favor, e é uma maré de consumidores involuntários que se vê obrigada a adotar este tipo de consumo. A única diferença agora é psicológica porque os involuntários veem o copo meio vazio e os voluntários continuam felizes porque vêm o copo meio cheio.

À partida estarão a pensar em que medida esta retração no consumo beneficia as empresas. Logicamente que não é benéfica, mas as empresas também não podem remar contra a maré e têm que levantar velas e reposicionar-se. Estamos a passar de um modelo Win:lose (empresa ganha o consumidor consome) para um modelo win:win (a empresa e consumidor ganham, ou melhor, ambos poupam)

Eis algumas sugestões para a conceção e comunicação dos seus produtos de forma a tornar este ciclo vicioso num ciclo virtuoso.

  • – Não aproveitar o momento atual para promover o seu produto com a palavra crise. O consumidor está saturado e é uma mensagem negativa que fica associado ao serviço ou produto
  • – Baixar os preços e fazer promoções desvaloriza a marca e estimula o consumo temporário, é um adiar e agravar do problema.
  • – Substituir o barato e descartável pelo duradouro, reutilizável e reciclável. O consumidor está disposto a pagar um pouco mais desde que lhe traga poupança a médio longo prazo
  • – Criar ou valorizar a customização do produto no cliente, ou seja um produto mais caro com diferentes utilidades ou capacidade de adotar diferentes formas e cores poupando na compra de vários produtos substitutos não costumizáveis
  • – Valorizar ou associar os benefícios económicos, sociais e ambientais do seu produto ou serviço indo de encontro às práticas dos consumidores atrás descritas.
  • – É mais difícil obter novos clientes por isso valorize e intensifique a comunicação e relação com os seus atuais clientes de modo a maximizar a sua satisfação e perceber como ambos podem ganhar.

Algumas destas sugestões enquadram-se numa área em grande desenvolvimento denominada psicologia positiva. Para quem quiser aprofundar esta temática deixo-vos um link de um vídeo do professor Tal Ben Shahar da Harvard Business School com a explicação dos benefícios pessoais e organizacionais desta prática.

João Margaça

Bibliografia:

Renata Silva, Marie Chauvel e T. Diana Macedo-Soares (2012) “Investigando o comportamento dos consumidores que buscam a simplicidade: Um estudo exploratório” Revista Portuguesa e Brasileira de Gestão, 11, pp. 55 -65

Primeiro, irei explicar o que são as “ Lovemarks”…

De acordo, com Kevin Roberts, “Lovemarks” são aquelas marcas carismáticas que as pessoas se sentem emocionalmente ligadas. Por exemplo, se tiram uma marca dos consumidores eles naturalmente irão encontrar um substituto, mas se tirarem uma “Lovemark” eles seguramente irão reclamar e demonstrar o seu descontentamento.

Um exemplo muito evidente e que toda a gente conhece é a marca Apple.

A Apple é uma marca que ao apostar na paixão pela tecnologia, pelo Design e pela constante inovação, ganhou um estatuto de “cool” e tornou-se uma Lovemark ao longo dos tempos. A Apple apostou desde dos anos 70 em mudar com sucesso, o conceito, de uma marca “geek” para um produto “sensual” com uma identidade muito própria, e que conseguiu implementar especialmente nesta última década.

Ao comprar um produto da Apple, quer seja numa loja ou on-line, sentimos que somos os únicos que vamos fazer parte de algo especial ou de um grupo especial. Outro exemplo desta evidência acontece usualmente quando a marca lança um novo produto (seja um novo Ipod ou Ipad) em que os fãs fazem fila á porta das lojas de madrugada, para serem os primeiros a terem as novidades.

O reconhecimento da marca Apple como Lovemark não é mais que o resultado da identificação do consumidor, onde a marca já transcende e é muito convencional, está muito acima do conceito de produtos “premium”; a excelência do produto é o mínimo expectável de qualquer equipamento com a logo da maçã mordida. Esta cria a lealdade nos consumidores não por uma ou outra razão, mas sim um fascínio muito além da razão, é uma genuína Lovemark, uma empresa que determina e constrói o futuro, portanto, sem concorrentes. E este é o sonho de consumo de qualquer empresa!

 

4 Lições que podemos aprender com a Apple

 1 – Adoptar o preço dos produtos a outros segmentos de Mercado

2 – Constante inovação nos produto

3 – Escutar os clientes

4 – Providenciar experiências aos clientes 

Mariana Simões 

Referências:

http://www.saatchikevin.com/The_Story_Behind_Lovemarks/

http://www.triplepundit.com/2009/10/lovemarks-real-human-connection-or-latest-play-in-the-arms-race-of-trickery/

http://www.inc.com/karl-and-bill/3-strategies-to-adopt-from-apple.html

Team

Há tempos lia que “o sistema de ensino educa pessoas muito competentes individualmente, mas não as ensina a trabalhar em equipa. (…) É preciso aprender a produzir em conjunto”.

A verdade é que passamos anos da nossa vida a estudar temáticas das quais não retiramos usufruto. Apresentar trabalhos de grupo e ter algumas disciplinas intituladas pelas ciências sociais não significa que efectivamente se aprenda a trabalhar em equipa ou se desenvolva essas competências.

Distinguimo-nos pelas nossas valências individuais e sabemos à partida que cada pessoa é diferente entre si e valorizamos essa diferença. Ouvimos todos os dias dizer que temos de trabalhar as nossas competências individuais e desenvolver os diferentes saberes. E esta realidade não deixa de ser verdade e essencial.

Desde há muito muito tempo atrás que os contos de fadas nos alertam para o facto de sermos mais fortes todos juntos do que individualmente. Sabemos que um mais um numa equipa é superior a dois, ouvimos duas cabeças debruçadas sobre um mesmo problema darão origem a mais ideias e a melhores soluções.

Contudo, criar uma equipa é doloroso e implica muito tempo e esforço por parte de todos. Perceber o lugar de cada um na equipa e conseguir que essa ligação funcione parece muitas vezes um problema sem solução e um desperdício de tempo e recursos.

Tudo é ainda mais complexo quando estamos perante verdadeiros incompetentes relacionais, quando temos um grupo de pessoas que não tem qualquer perspectiva do que é trabalhar e produzir em conjunto. As competências relacionais estão directamente ligadas à nossa emocionalidade.

Numa altura em que todos falamos diariamente em competitividade, produtividade, na importância das pessoas, é também importante que tenhamos uma atitude preventiva. A verdade é que a sociedade está numa profunda crise, numa crise relacional.

Os comportamentos e atitudes treinam-se e moldam-se de acordo com as nossas experiências, vivências e aprendizagens. É urgente trabalhar as competências pessoais e relacionais desde o início da nossa existência.

Temos como desafio a convivência e a produção em conjunto, verdadeira e genuína.

Parafraseando o nosso Eugénio de Andrade, “É urgente o amor… é urgente destruir certas palavras… é urgente permanecer”.

“A união é um bom começo, manter a união é um progresso e trabalhar em conjunto é a vitória.”

Henry Ford

Carina Barbosa

A publicidade de uma época reflecte os valores de sociedade naquela época, as esperanças e os medos, o que as pessoas aspiram e o que procuram evitar. Mas mais do que disso pode dizer-nos muito sobre como as atitudes em relação ao sexo, idade, raça e atitudes sociais como qualquer relato histórico.

 

A Origem da publicidade

Desde do início dos tempos que o homem nunca esteve livre da publicidade. Mesmo na vida selvagem podemos evidenciar o seguinte: os animais promovem-se através da manifestação do seu tamanho e das suas proezas. Antes da palavra escrita, os primeiros anúncios eram pregoados pelos vendedores ambulantes.

Em 4000 AC, no Antigo Egipto começaram a aparecer anúncios impressos em papiro ou pintados em paredes. Os romanos começaram a utilizar cartazes para promover os circos e os famosos jogos de gladiadores e na Idade Média era comum avisos e anúncios da corte.

Anúncios sempre foram de primordial importância, desde do início de sua história, quando chegou a informar os consumidores sobre os novos produtos.

Vamos tomar um Café!

O café é um exemplo muito interessante. O café foi fabricado pela primeira vez como uma bebida no Médio Oriente, no século XV. Os árabes mantiveram a existência dessa mistura vivificante numa espécie de segredo, e recusavam-se a exportar grãos (ou oferecer instruções sobre como moer e preparar-los). Diz a lenda que “Sufi Baba Budan” contrabandeou sete grãos para a Índia em 1570 e plantou-los. Café depois se espalhou para a Itália, e em toda a Europa, servido no cafés. A rápida disseminação do café tanto como uma bebida e um padrão de comportamento (cafés se tornaram lugares de reuniões sociais) é em grande parte devido à propagação dos benefícios do café em jornais em 1657. (Fonte: www.webbooks.com/Classics/ON/B0/B701/15MB701.html)

À medida que o século avançava, a publicidade se tornou mais importante na sociedade, os jornais eram recheados com anúncios, havia publicações que consistiam inteiramente de anúncios, e os cartazes estavam por toda parte.
Curiosamente, por volta do ano 1700, Londres foi tão sobrecarregado com painéis publicitários de grande escala que o rei teve de aprovar leis que imponham limites à sua dimensão e posicionamento.

 

Publicidade na sua juventude

Publicidade como uma arte realmente começou a se desenvolver no século XIX, coincidindo com a importância gradual das marcas, como por exemplo a famosa Coca-cola e a Fiat. Pela primeira vez, as técnicas de linguagem, layout e de mistura de imagens /palavras foram usadas como são hoje.

No final de 1800, como a fabricação cresceu e a sociedade de consumo brotou, e logo a publicidade tornou-se uma parte essencial do negócio, reconhecendo de que devia ser deixado para especialistas na área. Foi durante este período que muitos dos grandes nomes da publicidade hoje foram fundadas.

No início do século XX, os governos também começaram a usar o poder da publicidade e especialistas qualificados agitado propaganda utilizando técnicas de manipulação psicológica para lisonjear, assustar ou confundir o público-alvo em conformidade.


Publicidade chega a sua fase Adulta  

Após a Primeira Guerra Mundial a publicidade continuou a desenvolver-se de forma orgânica e continua. Anunciantes foram utilizando rapidamente teorias, tais como medos subconscientes e o desejo de pertencer, a partir da ciência emergente da psicologia, a fim de atingir seus objetivos. Tão rapidamente como outros novos meios de comunicação, como a rádio e o cinema.

Na verdade, as ‘novelas’  que em Inglês se chamam “Soap Operas” têm este nome devido a serem inicialmente patrocinadas por fabricantes de sabão (Soap producers) que impulsionaram com uma versão inicial de colocação de produtos com anúncios frequentes para seus produtos.

 

Devido ao aumento dos custos de produção, programação com um único patrocinador começou a desaparecer na década de 1960 e foi substituído pelo intervalo comercial onde as empresas compartilham airtime com outros anunciantes.

 

Era digital da Publicidade

Apesar de os meios tradicionais, como por exemplo os jornais, a televisão e os outdoors que continuam a constituir o grosso dos gastos com publicidade numa campanha, a publicidade digital está cada vez mais importante na decisão de orçamento. Os anunciantes estão a procurar, cada vez mais, novos fenómenos como a publicidade viral, marketing digital, publicidade contextual, e mais importante ainda, publicidade nas famosas redes sociais como por exemplo Google Ad words e Facebook Ad words.

Presentemente, os consumidores são confrontados com um inacabável número de choques publicitários. Na verdade, calcula-se que cada consumidor norte-americano seja sujeito diariamente a cerca de 3 mil mensagens publicitárias (explícitas e implícitas). Racionalmente, nem todas são relevantes para os consumidores até porque, à medida que se aumenta o número de impactos publicitários, mais criterioso se torna o procedimento de selecção dos mesmos. Estas são algumas das conclusões de um relatório – Reaching the unreachable consumer: Advertising in the digital Age – apresentado pela Parks Associates.

 

Referências:

http://publicidadedigital.blogspot.pt/2007/12/publicidade-na-era-digital.html

http://en.wikipedia.org/wiki/Advertising

http://www.themarketer.co.uk/login/?ReturnUrl=%2farticles%2fprofessional-development%2fspeed-reads%2fadvertising-next%2f

http://lbug.co.uk/history.html

Mariana Simões

Image

O multimilionário norte-americano Warren Buffett, detentor da terceira maior fortuna de todo o mundo, anunciou na terça-feira que tem um cancro da próstata. No entanto, o investidor de 81 anos assegurou que o tumor foi diagnosticado numa fase inicial e que não aparenta ser muito agressivo.( 18.04.2012 – 08:27 Por PÚBLICO)

Esta notícia deu-me vontade de comentar a sua filosofia de vida e os ensinamentos que podemos aproveitar para a gestão da nossa vida pessoal e profissional.

Ele é considerado o mais bem sucedido investidor no mundo, é o principal acionista, presidente do conselho e diretor executivo da Berkshire Hathaway. É constantemente citado na lista das pessoas mais ricas do mundo, sendo o terceiro homem mais rico do mundo, em 2011 (US$ 44 biliões)” É também um filantropo e esta notícia recente ainda me despertou mais curiosidade porque no seu testamento 85% da sua fortuna irá para fundações de caridade quando morrer, fazendo dessa a maior doação da história.

A sua vida é cheia de ensinamentos, dela tiram-se 10 mandamentos para gerir os negócios ou a vida pessoal. Ele não definiu estes mandamentos foram conclusões tiradas de experiências de vida e do seu modo de viver e fazer negócios.

1. Reenvista os lucros – A licção de Buffet? Mesmo uma pequena quantia pode transformar-se numa grande riqueza

2. Seja diferente – Em vez de olhar para a multidão, tente manter-se acima dela. Siga os seus instintos, Não os do resto do mundo

3. Não espere que as coisas caiam do céu– Rapidamente tomar decisões e atuar.

4. Imponha as condições antes de começar – Estabeleça sempre as condições antes, mesmo com amigos ou familiares

5. Controle as pequenas despesas – Vigiar as despesas pode aumentar-lhe os lucros e os seus dividendos

6. Limite o que pede emprestado – Se estiver muito endividado, negociar com os credores aquilo que pode pagar.

7. Seja persistente – Com tenacidade e engenho, pode vencer até um competidor mais experiente.

8. Saiba quando desistir – Deve saber quando retirar-se de um negócio em perda e não deixar que a ansiedade o leve ao engano e a tentar de novo.

9. Minimize todos os riscos – Perguntar a si próprio “ e depois como vai ser?” pode ajudá-lo a perceber todas as consequências de uma decisão.

10. Saiba o que o sucesso significa na realidade

Para mim a vida de Warren Buffet destaca-se por este último ensinamento. O que mais admiro não é a sua fortuna (pronto, talvez só um bocadinho) mas é o seu altruísmo e a sua lealdade às coisas na vida que o fazem verdadeiramente feliz. A título de exemplo tem só uma casa (modesta para a sua fortuna) há cinquenta anos, dificilmente muda de carro e compra sempre um usado, não usa computador, e surpresa, costuma vir a Sintra sem ninguém saber porque lhe dá imenso prazer.

Bem sei que ninguém é perfeito e também há quem o acuse de especulador e pouco honesto nos negócios. No entanto, não deixa ser um estranho caso de vida no mundo individualista e materialista em que vivemos.

Vale a pena ver o documentário seguinte para visualizar alguns dos aspetos que acabei de descrever

João Margaça

Bibliografia:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Warren_Buffett

http://www.warrenbuffett.com/warren-buffett-10-ways-to-get-rich/

“Tou sim?…. É pra mim!”

Se está a visualizar um prado de ovelhas pachorrentas depois de ler estas palavras então sabe perfeitamente do que estamos a falar quando nos referimos a anûncios virais. A frase evoca um dos primeiros anúncios da Telecel em Portugal e, certamente, dos mais virais.

 

Anúncio viral: Um elemento que um grande número de espectadores decide partilhar com família e amigos.

O tema é abordado na edição de Março da Harvard Business Review, onde são estabelecidas cinco técnicas para contornar cinco problemas que, sendo ultrapassados, ajudarão as empresas a criar anúncios vistos e partilhados.

 

Problema1: Branding demasiado proeminente assusta os espectadores.

Solução: Utilize “brand pulsing” – Incormprar de forma não-invasiva a imagem da marca no anúncio.

Exemplo: http://www.youtube.com/watch?v=NwCn-D5xFdc&feature=fvwrel

 

Problema2: As pessoas aborrecem-se facilmente

Solução2: Criar alegria ou surpresa imediata.

Exemplo: http://www.youtube.com/watch?v=8h1VQBfLDLA

 

Problema 3: As pessoas vêm o anúncio por um tempo mas depois param.

Solução: Criar uma montanha russa de emoções.

Exemplo: http://www.youtube.com/watch?v=EJJL5dxgVaM

 

Problema 4: As pessoas gostam do anúncio mas não o partilham.

Solução: Surpreenda mas não choque.

Exemplo (por chocar, muitas pessoas sentiram-se inibidas em partilhar este anúncio): http://www.youtube.com/watch?v=ew9cEATPzDEhttp://www.youtube.com/watch?v=ew9cEATPzDE

 

Problema 5: As pessoas, mesmo assim, Não partilham o anûncio.

Solução: Marque as pessoas que vão partilhar (com base na sua personalidade).

Exemplo: http://www.youtube.com/watch?v=XQcVllWpwGs

 

O artigo está muito interessante, alertando-nos para a necessidade do marketing inteligente. Pode ser visualizado na íntegra aqui.

E, porque o objectivo é partilhar, aqui fica um dos meus preferidos. Uma pequena pérola dos anos 90 – com cheiro a outra era.

Qual é o vosso?

Lígia Fernandes

Não sei se por estar nesta área, não sei se por alguma questão cultural ou educacional, mas pessoalmente sempre senti uma grande necessidade de desenvolver a minha aprendizagem através da formação.

Sinto que, de uma forma algo similar, assim como uma mulher desvaloriza a sua imagem após ter sido mãe, os profissionais descuram a sua aposta na formação e educação após terem entrado no mercado de trabalho.

Quando alguém tem necessidade de contratar um profissional há vários factores em causa. Para além da experiência profissional e dos resultados atingidos, a educação e formação são necessariamente avaliados.

Estamos numa fase de constantes alterações, em que a sua carreira pode estar segura ou pode estar simplesmente por um fio. Muitas vezes não será resultado da sua acção, mas da movimentação do mercado.

Não podemos perder oportunidades de aprender.

É importante que esteja activo no mercado, que procure novas acções, que se envolva e promova o seu próprio crescimento. Lembre-se sempre que se não fizer por si, ninguém fará.

Procure recursos, formações e informações de forma a percorrer o seu próprio corredor de competências. Lembre-se que quando aproveita uma oportunidade para aprender está a construir o seu próprio caminho, está a criar as suas próprias oportunidades.

O processo de educação e formação não deve ser estanque e não deve encerrar nas nossas necessidades imediatas, deve ser algo dinâmico e atrevido.

Abra e feche portas do conhecimento e da competência. Construa o seu corredor e percorra-o a cada momento, a cada oportunidade.

Boas aprendizagens!

Carina Barbosa