Bem realmente sou uma pessoa impossível! Gosto de toda a gente!! E de música também!

Quando me pergunto de que música mais gosto, mostro a minha ignorância! Não sei..:! Gosto de toda! Desde a música clássica com aquela complexidade angelical, genial e só alcançada por alguns até ao heavy metal com todos os decibéis destruidores que afirmam novas sonoridades, algumas até boas para a sociedade. Bem realmente não sei. De que música mais gosto nas pessoas.

Manuel Nascimento

O que Drucker faria

Dezembro 23, 2009

Que confusão! O que é que Drucker diria?

No centenário do nascimento de Peter Drucker (19-11-1909) Rosabeth Moss Kanter, escreve na Harvard Business Review, acerca da contínua relevância de Drucker e o que é que este diria acerca desta confusão económica e financeira que vivemos nos dias de hoje. No dia de hoje vou transpor grande parte deste artigo, porque muitas das vezes esquecemos o que os nossos professores nos dizem.

Rosabeth questiona-se sobre o primeiro pensamento de Drucker acerca desta turbulência.

EU AVISEI-OS!” diria Drucker!

E estaria no seu direito. Drucker analisa o contexto e as organizações, percebendo os momentos e os acontecimentos que ele próprio considera as descontinuidades.

Face a sinais de dificuldades ir-nos-ia dizer “Olhem para os vossos sistemas em que assentam as V. organizações”.

Geralmente, Drucker não aponta para as pessoas, mas sim para o desenho da organização. Ele iria recordar-nos acerca do papel dos executivos para desafiar o desenho face às finalidades das organizações que lideram.
Colocaria questões do tipo:

“Qual a sua Missão?”;
“Quais são os limites? (o que não deve fazer);
“ Em que é que as acções de curto prazo colocam em causa a eficácia das orientações de médio e longo prazo?”;
“Quais são os seus objectivos e os princípios que os guiam?”

E esta, hein?!

Soa-se a SNC

Dezembro 18, 2009


Em certos cafés entram contabilistas e administradores. Servem-se, sentam-se, com expressão preocupada. Soa-se a SNC como tema de conversa: o Sistema de Normalização Contabilística, que entra em vigor em 2010. Com o natural receio por tudo o que ainda é desconhecido, há quem pergunte, há quem tema, há quem não hesite em planear a transição da forma mais benéfica para a empresa. Os contabilistas, assustados com o trabalho moroso de transição que se antevê; os gestores, preocupados com o possível impacto financeiro e fiscal das respectivas transições.

Perguntámos à Manuela, que abriu o seu grande guia SNC:

“O SNC é um sistema contabilístico com base em princípios e não tanto em regras explícitas, tendo por objectivo:

• Aumentar a relevância da informação financeira, estando assente num conceito de divulgações alargadas, o que proporciona informação mais transparente, com os consequentes benefícios para a entidade decorrentes de uma atitude de maior confiança dos utentes das contas.
• Aumentar a comparabilidade da informação financeira

A mudança do POC para o SNC implica uma verdadeira revolução na contabilidade em Portugal!”

Deixamos a pergunta em aberto neste nosso café: que mudanças, vantagens ou desvantagens, trará para a sua realidade?

Realmente a Manuela, a nossa contabilista, aquela que trata das contas está cada vez com menos dinheiro em caixa .. e o problema não é da caixa!
A empresa apresenta grande crescimento, clientes muito conceituados, quer privados quer da administração pública. Todos eles com contas com muitos zeros à direita e alguns com acesso aos milhões do QREN!
Será culpa da Manuela?
Ou será que agora, em Portugal, já não se pagam os serviços com dinheiro mas sim com a reputação de crédito dos clientes?
Qual será a solução sem recorrer às empresas de cobranças difíceis?! Será que Manuela deverá levar a caixa dela para as empresas clientes e eles que nos paguem as contas?

Pois é. Entre feriados e fins-de-semana, semana passou a correr. Cada um para seu lado psicologica e geograficamente, andámos imersos nos nossos projectos, nas nossas correrias, nos nossos serviços. Um (re)agir constante. E um Natal que se aproxima a passos largos. Mas, final da semana, é tempo de fazer o balanço e lembrar que, até ao fim do ano, ainda queremos também, criar, inovar, AGIR!

Para hoje, e porque é dia de reflexão, fica o tema:

E SE NUNCA SAÍSSEMOS DA CAIXA?

 

Somos educados pelas normas da sociedade, moldamo-nos a hábitos e costumes e acabamos tantas vezes apenas por (re)agir. Perante os problemas e os imprevistos com que nos deparamos diariamente, falta-nos entender que por vezes, a solução mais simples e mesmo diante dos nossos olhos, exige apenas uma “saída da caixa”…