O que Drucker faria

Dezembro 23, 2009

Que confusão! O que é que Drucker diria?

No centenário do nascimento de Peter Drucker (19-11-1909) Rosabeth Moss Kanter, escreve na Harvard Business Review, acerca da contínua relevância de Drucker e o que é que este diria acerca desta confusão económica e financeira que vivemos nos dias de hoje. No dia de hoje vou transpor grande parte deste artigo, porque muitas das vezes esquecemos o que os nossos professores nos dizem.

Rosabeth questiona-se sobre o primeiro pensamento de Drucker acerca desta turbulência.

EU AVISEI-OS!” diria Drucker!

E estaria no seu direito. Drucker analisa o contexto e as organizações, percebendo os momentos e os acontecimentos que ele próprio considera as descontinuidades.

Face a sinais de dificuldades ir-nos-ia dizer “Olhem para os vossos sistemas em que assentam as V. organizações”.

Geralmente, Drucker não aponta para as pessoas, mas sim para o desenho da organização. Ele iria recordar-nos acerca do papel dos executivos para desafiar o desenho face às finalidades das organizações que lideram.
Colocaria questões do tipo:

“Qual a sua Missão?”;
“Quais são os limites? (o que não deve fazer);
“ Em que é que as acções de curto prazo colocam em causa a eficácia das orientações de médio e longo prazo?”;
“Quais são os seus objectivos e os princípios que os guiam?”

E esta, hein?!

2 Respostas to “O que Drucker faria”

  1. anonimo said

    C4g é a solução, ou seja “consulting for greatness!” é a solução!

    Respeitar limites sim! Não vamos dar passos maiores que as pernas, mas os objectivos devem ser sempre altos e difíceis, vamos fazer suar a massa empreendedora deste país…
    …o problema é que não se busca o topo salvo raras excepções! O mote tem de ser atingir a perfeição e deixar a metodologia que impera do “já está bom assim…”

  2. Respeitar limites, definir objectivos (ambiciosos, sim, mas SMART: Simples, Mensuráveis, Atingíveis, Realistas e Temporizáveis!), e definir uma missão e valores podem fazer claramente a diferença entre andar ou não “à deriva”, entre uma postura activa ou simplesmente reactiva, entre apontar ou não na direcção certa: dá-nos um rumo.

    Mas é preciso também saber formular as perguntas! Objectivos demasiados perfeccionistas e sem metodologia clara impedem que estes alguma vez se concretizem, trazendo a desmotivação de quem os persegue.

    Vamos pôr os nossos empreendedores a suar! Mas correndo numa pista própria e em direcção a uma meta, para que, no final, possam reconhecer os aplausos e gozar o sabor da vitória!

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