Hoje em dia ouve-se falar muito de empreendedorismo e inovação. Todos querem ser empreendedores e inovadores, mas será que sabemos ao certo o que isso significa? Será que qualquer um o pode ser? Ou só queremos ser porque é “giro” e está na moda?

Para mim, uma pessoa empreendedora é alguém inovador e original que possui as capacidades certas para modificar qualquer área do conhecimento humano. É uma pessoa que com o seu conhecimento e força de vontade consegue construir algo que não existia.

Portanto, no meu entender, qualquer um pode ser empreendedor, mas temos de ter uma coisa em conta, não é fácil e dá trabalho! É preciso mesmo querer e gostar do que fazemos, e isso nem sempre é fácil. E claro, a originalidade e inovação ajudam na criação de qualquer coisa.

Deixo aqui alguns truques para quem quer empreender.

“5″ truques para Empreender:

1. Ter uma boa ideia!

Antes de qualquer coisa, desenvolva uma boa ideia, uma ideia inovadora e, por favor, acredite nela com paixão. Não espere que a sua ideia vire uma oportunidade nas mãos de outra pessoa. Muito além do plano de negócio, o empreendedor é um criador de ideias que lançadas ao mercado têm a possibilidade de gerar oportunidades reais e duradouras. Não é o dinheiro ou o tino comercial que vai fazer o sucesso de alguém que começa um negócio próprio. Mas sim, aquela vontade de ser livre, a motivação de ser o criador de seu destino, a independência financeira, e a felicidade de contemplar o seu sonho sendo realizado.

2. Comece com poucas dívidas e aprenda com os erros.

O importante é aprender com os erros no início da jornada empreendedora, e não tenha medo de falhar, pois o empreendedor necessita de perceber melhor o sector e o produto.

3. Foco no negócio.

No início é fundamental focar a sua actividade principal, naquela actividade que lhe é bastante peculiar. Fuja da aventura de um negócio ainda desconhecido. Coloque todos os ovos no mesmo cesto e tome conta do cesto.

4. Experiência profissional.

Naturalmente que a maioria dos jovens empreendedores e iniciantes, são pessoas que trabalham por algum tempo como funcionários e depois saem para montar o seu próprio negócio. A experiência profissional e o conhecimento do sector ajudam muito na hora de empreender.

5. Crie um negócio sustentável.

A sustentabilidade e crescimento económico devem caminhar juntos. O seu empreendimento pode ser “verde”, desde uma pousada de luxo a um restaurante de comida a quilo. Uma empresa criativa usa da imaginação para criar um novo modelo de negócio, com a promessa de liderança, de funcionários educados e conscientes, motivados e integrados às decisões de sustentabilidade. Para saber qual o negócio que é sustentável, o ideal é determinar quais são os principais impactos dos seus produtos, e depois analisar todo o seu ciclo de vida e de produção.

Fonte: clique aqui

Inês Santos

Anúncios

Crise outra vez?

Janeiro 11, 2011

Mais um ano que passou. Entraram todos com o pé direito? Esperemos que sim! O importante é entrar e estar neste novo ano com o pé direito e com muita alegria e positivismo.

Falam da crise, falam no fim do mundo, falam na desgraça… Mas para quê andar sempre com medo disto ou aquilo? Para quê estar em baixo por causa do país, do desemprego, das desgraças alheias?

É certo que isto não está nada fácil, deve ser esta a frase mais dita e ouvida nos últimos tempos, mas a verdade é que ao longo dos tempos a palavra crise sempre andou connosco. Não é novidade nem é moda. Há quase 100 anos que não se fala de outra coisa a não ser da crise em todo o mundo. Não acham que está na altura de começar a falar de outra coisa mais alegre?

Crise significa dificuldade. Também quer dizer transformação!

Vejam abaixo como a dita crise sempre andou connosco…

Inês Santos

1929 – É na Região de Ribeirão Preto que se concentra o pólo económico de maior dinamismo da economia exportadora cafeeira, situação que permanece inalterada praticamente até a grande crise económica de 1929, quando os problemas de produção e comercialização do café, acumulados nas três décadas anteriores, finalmente precipitam uma ruptura definitiva, abrindo espaço para a modificação da estrutura produtiva da região.

1930 – Como sabemos, no início da década de 1930, uma crise económica profunda seguiu- se a uma crise financeira, conhecida na história como a “grande depressão”. A crise provocou o proteccionismo económico, que por sua vez agravou a crise económica e social. Seguiu-se o autoritarismo e o totalitarismo político e nacionalista.

1970 –  O Professor Richard Wolff  da Universidade de Economia de Massachusetts divide as causas da crise económica de hoje, mostrando como ele era há décadas na fabricação e na verdade reflecte falhas sísmicas na estrutura do capitalismo norte-americano estilo próprio.

1980 – A década de 1980 foi decisiva na História brasileira. Em meio a uma grave crise económica, a sociedade lutou pela liberdade e pela cidadania.

1990 – Com a queda do Muro de Berlim, em 89, e enfrentando índices de inflação de 33 mil por cento ao ano, os sandinistas convocaram eleições gerais em Março de 1990. Com a vitória de Violeta Chamorro, da União Nacional Opositora, os Estados Unidos cancelaram o embargo económico e os “contras” suspenderam as hostilidades.

2001 – Para muitos argentinos, a crise na agricultura movimenta as aterrorizantes lembranças da crise económica de 2001, quando o valor da moeda local despencou em dias, levando muitos à fome. Muitos argentinos, como Alzogary, acreditam que a inflação está a fugir do controle. 

2008 – No contexto da crise económica, os empresários cristãos são chamados a testemunhar sua liderança e os valores da Doutrina Social da Igreja, recorda uma entidade portuguesa.

2009 – Portugal atravessa uma grave crise económica com reflexos políticos e sociais preocupantes. A crise financeira e económica internacional não constitui justificação suficiente para o estado em que se encontra o País: torna-se evidente que, quando esta se desvanecer, a crise estrutural interna permanecerá.

2010 – O Presidente da Républica, Cavaco Silva espera que em 2010 “se vão esbatendo os efeitos da crise económica e financeira internacional e que Portugal consiga agarrar de forma forte, se possível, as oportunidades de recuperação económica”.