O Javali e a Raposa

Abril 11, 2012

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Fonte: www.gerrenlamson.com

Estava um Javali na floresta a afiar os dentes numa árvore, quando apareceu uma Raposa.

Vendo o que o Javali estava a fazer, perguntou-lhe:

– Por que estás a afiar os dentes? Os caçadores não saíram hoje e não vejo outro perigo por perto.

– É verdade, minha amiga – respondeu o Javali. – Mas, no momento em que a minha vida correr perigo preciso de usar os dentes e, então, será tarde demais para os afiar.

Moral da história:

Prepara-te para as dificuldades.

In Fábulas de La Fontaine

Ouvimos cada vez mais a expressão “o mundo actual é uma selva”, demasiado competitivo, demasiado mutável.

Não pretendo reflectir ou explorar sobre as características ou papéis dos diferentes “animais da selva humana” e identificar possíveis actores na nossa vida social ou pessoal.

Na verdade o meu objectivo é reflectir um pouco sobre a oportunidade!

Há muito tempo que vivemos a lenda de que é na crise que surgem as oportunidades. Confesso que me faz alguma confusão estas conclusões generalistas. Não há dúvida que há pessoas que vencem na altura da crise, que surgem boas oportunidades, que a nossa capacidade de adaptação, mudança e criatividade supera as nossas próprias expectativas. Mas também não tenho dúvidas que certamente é nas alturas de crescimento económico e nas alturas de “bons ventos” que uma maior percentagem de pessoas vence, que surgem tantas ou mais oportunidades e que uma maior percentagem de pessoas é feliz e consegue alcançar melhores resultados.

Contudo, a realidade é que a situação actual é efectivamente de crise!

De forma assertiva e através de uma atitude optimista e criativa, contribua diariamente para virar esta crise, enquanto outras, em simultâneo, se vão construindo, de forma cíclica.

Não pertença ao grupo dos derrotistas ou desistentes. Fuja do grupo dos acomodados ou campistas. Seja alpinista na sua organização, no seu dia-a-dia, na sua vida pessoal e social. Enquanto vai subindo a montanha, nunca deixe de olhar para o topo (Dr. Paul Stoltz, Adversity Quotient).

Caso faça parte do grupo de pessoas que não foram atingidas pela crise; caso faça parte do grupo de pessoas inseridas num contexto atingido pela crise; ou caso faça parte do grupo de pessoas directamente atingidos pela crise; mantenha a mesma atitude: seja enérgico, produtivo e fuja do círculo vicioso das lamentações.

Esteja atento e aproveite cada oportunidade para resolver e antecipar possíveis dificuldades.

Não perca a oportunidade de usar os seus dentes simplesmente porque os decidiu afiar tarde demais!

“Às vezes olhamos tanto para uma porta que se fecha que, só muito tarde, vemos a porta que está aberta”

(Alexander Graham Bell)

Carina Barbosa

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A poça de água

Abril 2, 2012

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Recentemente deparei-me que de forma inconsciente já não atendo o telemóvel quando o número é “não identificado”. Muito provavelmente consequência de 99 % das chamadas começarem com “Estou sim, é o Sr. João Margaça? Tem 5 minutos disponíveis?. Normalmente seguido de um discurso de uma operadora de telemóveis ou de uma empresa de seguros.

Pensando melhor, esta é apenas uma das defesas que criei contra um tipo de marketing ou publicidade que inunda o nosso quotidiano e tolda a nossa maneira de viver. É normal, pois o ser humano pela sua natureza adaptável cria imunidade ou toma atitudes evasivas contra um agente considerado agressor ou incomodativo.

Este tipo de marketing ou Outbound marketing é considerado cada vez menos eficaz. O consumidor é cada vez mais criativo a bloquear, consciente ou inconscientemente, emails, ações de telemarketing, publicidade generalizada nos meios de comunicação, outdoors, folhetos ou visitas comerciais.

As empresas começam a perceber esta realidade e a pensar em adotar novas formas de marketing mais eficazes e muito menos dispendiosas, tais como o Inbound marketing. Este é descrito por Brian Halligan, (CEO da HubSpot, um caso de estudo da Harvard Business School), como uma estratégia de atrair potenciais clientes através da oferta de informação útil. Ou seja algo que atraia visitantes ao nosso website ou a conhecer a nossa empresa através dos motores de busca, na blogosfera, ou nas redes sociais.

Penso, no entanto, que a informação útil não tem de estar necessariamente na Internet e com imaginação até se podem misturar os dois tipos de marketing aqui definidos. Pode parecer estranho, mas ao mesmo tempo engraçado, mas dos muitos folhetos que bloqueio e deito fora, guardei um porque além de publicitar a empresa, neste caso de alumínios, possuía uma bela tabela do tempo de cozedura de cada tipo de marisco.

Talvez seja importante em vez de utilizar um estratégia de comunicação semelhante a um disparo de shotgun, utilizar uma arma de precisão mais eficaz pensando no que o nosso mercado alvo valoriza ou pensa ser útil, onde e como comunica e por onde circula.

Como Brian Halligan refere no seu blog “Os elefantes costumavam estar na selva no anos 80 e 90, mas parece que já não estão lá. Migraram todos para poças de água na Savana (Internet). Então, em vez de continuar a caçar na Selva, eu recomendo que publicite nas poças de água ou torne o seu website uma poça de água”.

Coloco também aqui um vídeo que demonstra como o Inbound Marketing começa a fazer cada vez mais sentido num mundo em mudança exponencial.

João Margaça

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Pois é, aqui na C4G somos cada vez mais. A nossa equipa cresceu e entrou em 2012 mais completa, mais ampla, mais dinâmica.  Isso significa que, para coordenar e divulgar, iremos ter mais reuniões, algumas com a sala acima de completa. A Mariana, da empresa vizinha – Conceptwin, decidiu fazer uma recolha de algumas dicas para as otimizar.

  1. Escutar | Se estamos um pouco nervosos, torna-se muito fácil esquecer o que estamos a ouvir o que o nosso contacto ou cliente nos está a dizer. Se fizer um esforço concertado para ouvir, vai colher os benefícios da reunião –  deve repetir tudo de volta, fazer perguntas relacionadas com o tema e as pessoas em questão vão perceber que valoriza a sua opinião.
  2. Dizer o nome das pessoas |  Feito correctamente, este é um pequeno truque que reforça o ponto acima – que de facto, está a escutar.  Ex: “João, eu concordo absolutamente consigo sobre esse assunto” é uma forma amigável para que os interlocutores  saibam que está envolvido, e que está presente numa conversa com eles e mais ninguém. E quem é que não gosta disso num novo colega ou parceiro de negócios?
  3. Bom visual  | Se vai ter uma reunião com um potencial cliente ou parceiro ter um bom visual é meio caminho para causar uma boa impressão.
  4. Chegar a horas |  A pontualidade é uma forma de mostrar respeito e consideração com o próximo, infelizmente, um hábito não muito comum entre a maioria das pessoas. A pontualidade é uma virtude de pessoas civilizadas! Ser pontual é chegar, pelo menos, 15 minutos antes do horário estabelecido.
  5. Sermos nós próprios |  Sejamos nós próprio! Se está está nervoso para atender  um “Sr. Importante”, pode iniciar a conversa por dizer : “Eu estou muito nervoso!”  Seja notável,  entusiasta, mas também não se esqueça de ser específico e, essencialmente, ser genuíno.
  6. Fazer contacto visual  | É muito importante nos dias de hoje fazer um bom “olhar nos olhos” do cliente para criar e transmitir confiança. Se não fizer um bom contacto visual, o potencial cliente ou parceiro poderá pensar que tem algo a esconder.
  7. Sorrir | Certifique-se que sorri no primeiro contacto e tente manter o rosto relaxado e amigável, especialmente se tiver tendência para manter um olhar mais carrancudo.
  8. Linguagem corporal | As estatísticas mostram que as pessoas que sabem como submeter propositadamente o tom de voz e a linguagem corporal são consideradas mais cativantes que aquelas que deixam tudo por conta do instinto. Isso ocorre porque a primeira impressão que os outros fazem de si não começa no momento em que tu começas a falar mas sim aquilo que o seu corpo está a transmitir.

Fonte: http://dralessandroloiola.blogspot.com/2007/08/revisitando-linguagem-corporal.html

Fonte: A IMPORTÂNCIA DE SER PONTUAL – Etiqueta Empresarial – Jornal Carreira e Sucesso

Fonte: http://us.moo.com/ideas/make-a-good-first-impression.html  by Andrea Hubert

 Mariana Simões

Idea SHOT

Dezembro 28, 2011

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Porque sabemos que o próximo ano vai ser mais exigente, queremos ter mais e melhores ideias.

De onde vêm as boas ideias? O que favorece a inovação? Qual é a história da criatividade?

Encontrámos este “shot” de informação, para o inspirar.

Fonte: Steven Johnson “Where do Good Ideas Come From”

Celebrar

Dezembro 22, 2011

Celebrar

Seja com um café, chá, espumante ou licor, vamos certamente brindar à nossa ligação e às boas novidades que 2012 possa trazer!

 

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A cooperação não é só uma buzzword actual mas sim algo que marca a diferença quando se pretende criar uma empresa, aspirar a ter uma vida melhor ou seguir um sonho de vida!

A cooperação empresarial afirma-se como um protocolo estabelecido entre duas ou mais organizações num dado âmbito e de forma a potenciar algo em forma de sinergias mútuas. Permite partilhar activos tangíveis e activos intangiveis, tais como: recursos humanos, conhecimento especifico, infra-estruturas, Inovação e desenvolvimento, etc.

Dada a conjuntura actual e dos próximos anos não tenho a menor dúvida que os empreendedores que tiverem a visão para criar protocolos de cooperação num âmbito que permita mitigar os riscos associados a factores chave do seu negócio poderão criar sustentabilidade e alguma vantagem competitiva temporária face ao seu benchmark empresarial. A cooperação facilita a vida do empreendedor em 2 fases distintas:

Numa primeira fase, a do plano de negócios, na qual muitas pessoas não chegam a criar a sua empresa porque não conseguiram lidar com certo risco que o negócio apresentava sendo que cooperando com outras entidades poder-se-á obter ganhos consideráveis e facilitar que certa pessoa efectivamente crie uma empresa, por exemplo: fazer outsourcing especifico para outra empresa continuamente, utilizar alguns recursos humanos de universidades que permitam desenvolver dado produto, utilizar infra-estruturas de outras entidades não utilizadas pagando uma pequena parte, entre outras. Esta situação permite olhar para os items do plano de negócios e mitigar alguns riscos ou custos especificos tornando-os mais acessiveis e com utilidade do que sem essa cooperação! 

Na segunda fase, já na actividade de dada empresa todas passam por momentos de reposicionamento ou necessidade de refrescamento de produtos, serviços etc. Este ponto critico nas empresas faz com que muitas não se consigam actualizar e reposicionar face às necessidades dos clientes e do mercado e acabam por morrer. Nesta fase a cooperação com outras entidades permite obter ganhos imensos considerando a importância actual de manter os postos de trabalho e criar valor empresarial nas regiões Portuguesas. Universidades, associações empresariais, institutos, empresas internacionais, e muitas outras organizações estão cada vez mais sensibilizadas e disponiveis para apoiar-se mutuamente. Igualmente na capacidade interna de esforço comercial das empresas poderá ser estabelecido um protocolo com outras entidades de forma a entrar nos contactos comerciais do segundo tentando vender outros produtos! 

Em jeito de conclusão: nos dias que correm não podemos ter as nossas empresas fechadas e achar que o que fazemos mais ninguém sabe fazer. Em conjunto criamos mais valor e é disso que se trata!

Tiago Nascimento

The Oatmeal – If my Brain were an imaginary friend

Pois aqui na C4G não nos cansamos de dizer que a nossa empresa são as pessoas!

O que é isso de trabalhar com pessoas???

Bem, o primeiro ponto a assumir é que somos seres imperfeitos e, por vezes, até incompreensíveis e irracionais. Somos comandados por um cérebro que tem a capacidade louca de desligar, acender, de realizar raciocínios extraordinários e no entanto de não se conseguir lembrar onde raio é que colocámos as chaves do carro que ainda há 5 minutos tínhamos na mão.

Entender que trabalhamos com pessoas é o primeiro passo para assumir que precisamos de aprender psicologia.

Por exemplo: um dos últimos artigos da Harvard Business Review na edição de “How to get more done”, “Effective Managers say the same thing twice (or more)”  fala da importância de ser redundante para conseguir que as nossas indicações sejam cumpridas.

Acham que mandar um email com a indicação de trabalho é suficiente? Não é. A verdade é que os cérebros andam demasiado ocupados com ruído, outras tarefas e distracções, o que faz com que a mensagem do líder raramente seja assimilada à primeira. Outra constatação é que muitas vezes dizer também pode não fazer com que a mensagem seja assimilada. Os líderes mais eficientes são aqueles que repetem a mensagem várias vezes e usam diferentes meios de comunicação (por exemplo: um email seguido de uma chamada telefónica com a mesma mensagem). No estudo realizado pela Harvard constatam-se que 21% das mensagens são redundantes nos líderes sem poder formal, e 15% nos com poder formal. Experimentem. Hão de constatar que é a segunda mensagem que leva à execução da tarefa.

Outra curiosidade sobre o cérebro humano também associada a este tema tem a ver com a fixação dos nomes. Recentemente, entre cafés, discutimos esta nossa dificuldade em fixar nomes, principalmente quando ditos pela primeira vez. Então, aqui, torna-se importante ao longo do discurso voltarmos a referir o nosso nome para poupar ao nosso ouvinte momentos embaraçosos (por exemplo, ao contar uma história: “e o meu cliente disse – essa proposta é muito interessante, Lígia, temos que a discutir!”). Tal como dizer o nosso nome, dizer o da pessoa com quem estamos a falar, também é uma redundância incrível. Transmite proximidade, ajuda-nos a criar laços e indica o nosso interesse e atenção para com o nosso interluctor.

É caso para dizer: Que seres estranhos são as pessoas!

E é isso que nos fascina.

Lígia Fernandes

Fontes:

http://hbr.org/product/defend-your-research-effective-managers-say-the-sa/an/F1105D-PDF-ENG

http://blogs.hbr.org/kanter/2009/02/the-secret-to-getting-your-mes.html

Quando vende um dado produto acredita realmente nas capacidades do mesmo?

Um bom departamento comercial tem de acreditar nas características dos seus produtos e serviços, quando os apresenta aos seus clientes, face à imensidão de operadores no mercado e à globalização de produtos actualmente existentes.

 O que distingue exactamente o nosso produto para que o cliente o prefira à concorrência nas mesmas condições?

 

Uma das medidas na qual os gestores investem é na publicidade, a qual foca em aspectos que permitam retirar  qualquer dúvida perante o dilema de escolha dos consumidores.

 

Apresento-vos um vídeo que exemplifica esta situação: Trata-se de uma empresa Americana na qual o CEO aposta a sua vida no produto que produz e comercializa. Vejam e comentem a força da certeza na qualidade e nas capacidades do produto.

 

Clicar aqui para vídeo.

Já tem 10 anos?!

Maio 24, 2011

É tão comum esta pergunta quando fazemos anos que nos deixa a pensar se é um elogio ou um desafio!

Poderá ser considerado um elogio quando se demonstra muita vitalidade apesar da idade avançada da pessoa em causa.

Poderá ser igualmente um desafio porque já passou tanto tempo e ninguém deu que o relacionamento já dura há 10 anos!

A C4G a partir de 22 de Maio de 2011 já tem 10 anos de vida!

Parece realmente ser mais um ano, mas não é! Nos tempos que correm, com as crises, com o FMI, com o euro, com mais uma nuvem negra que se aproxima vinda lá de longe da Islândia, não será só mais um ano.

Neste novo ano, precisamos de continuar a saber mudar! Porque não é só mudança que se trata mas essencialmente saber mudar!

Mas mudar o quê? Apontaria para as seguintes dimensões.

O espaço de intervenção…!

Cada vez Portugal está mais pequenito e longe e os outros países estão cada vez mais perto. Eu justifico, algumas das praias estão a ficar sem areia,  já não demoramos 7 ou 8 horas a fazer uma viagem de 250Km (Lisboa – Castelo Branco), mas sim 2 horas. Demoramos menos de 2 horas a chegar a Paris e 6 horas a chegar a Nova Iorque.

Por isso Portugal está cada vez mais pequenito e longe e Marte deve estar cada vez mais perto!

Existem para aí novos oceanos… e o nosso deve ser de preferência azul!

Os portugueses sempre tiveram muito sol e para se protegerem envolveram-se em sombra e escuridão. Os conceitos são por isso muito difíceis de explicar porque estão protegidos pelas sombras mergulhados em oceanos que nos ceifam e que são tingidos pelo sangue de alguém!

Deve haver para aí um oceano azul em que seja fácil ser-se feliz e sair da escuridão em que nos protegemos, para descobrir as coisas lindas das pessoas, das organizações e do espaço que nos rodeia..

Descomplicar a simplicidade e gozar o efeito!

As coisas são simples e como coisas simples que são incidem nas pessoas e nas situações. Assim basta nós percebermos o que as pessoas e as situações pretendem de nós e se somos capazes de lhes dar o que pretendem sempre com muito suor na camisola vestida.

Reconhecer o norte com a vertigem da aceleração!

Cada ano que vamos começar a viver tem a particularidade de poder vir a representar 10 anos numa escala do século XX.

E é esse o nosso desafio.

Produzir num ano o que produzimos em 10 anos do século XX em qualquer lugar, de preferência perto de um oceano azul, com simplicidade e gozo, sem nunca perder o norte na vida, ou seja a nossa responsabilidade e coesão social que não abrange unicamente as instituições, mas essencialmente todos os cidadãos e os trabalhadores.

Manuel Nascimento

That’s so damm cool!

Abril 7, 2011

 

Estava a navegar pela net e deparei-me com este pequeno achado: http://www.nship.org/

Gostei.

Pôs-me a pensar.

Não só porque está bom e tem boa informação, mas também porque está fixe.

Pôs-me a pensar sobre a minha geração.

É muito diferente da anterior! Tem uma necessidade de se exprimir, de dar o seu contributo à sociedade e é extremamente criativa. E o empreendedorismo? Tem uma nova onda, onde – na minha opinião – é muito mais importante a realização pessoal que o sucesso em vendas. Ou seja: Ser fixe é o objectivo: ter sucesso é uma consequência.

Resolvi investigar. Existem algumas informações: Pertenço à geração Y (a de 80), e a minha irmã à geração Z (a de 90).

A wikipedia diz que “esta nova geração de consumidores, constitui um público exigente e ávido por inovações. Preocupados com o meio ambiente e as causas sociais, têm um ponto de vista diferente das gerações anteriores, que viveram épocas de guerras e desemprego. Com o mundo praticamente estável e mais favorável à liberdade de expressão, esses jovens conseguiram se preocupar com valores antes menos prioritários como vida pessoal, bem-estar e enriquecimento pessoal.”

Mas para realmente compreenderem deixo um convite. Numa é época em que se fala muito de uma geração “à rasca” procurem também o outro lado: o lado “cool”, o lado irreverente, o lado alternativo, o lado ambicioso e propenso ao risco, o lado dinâmico, e, o que mais me fascina, o lado pessoal.

Porque em tempos de mudança… temos que estar atentos!

Lígia Fernandes