Leia mais

Outubro 11, 2010

Aqui na C4G temos uma máxima que é nunca parar de aprender.

Aprender é das melhores coisas que pudemos fazer e nunca é tarde para o fazer.

Para isso é sempre bom ler, escrever, voltar a ler… E assim, todos os dias aprendemos algo novo.

“Leia mais” é um bom conselho que nos dá este anúncio original. É sempre importante relembrar que ler é muito importante, principalmente nos dias de hoje em que a leitura parece ter sido posta de lado. Assim deixo-vos aqui um anúncio engraçado e ao mesmo tempo uma realidade assustadora.

E um conselho meu… Arranjem um espacinho todos os dias para a leitura.

Inês Santos

Em Portugal existe um provérbio que aponta para “Aprender com os erros!” como uma das formas de aprendizagem. Nesta referência ancestral e claro pertencente ao século passado é brutalmente confrontada, entre outras coisas com a aquisição de formação necessária para a aquisição de competências.

No entanto, recentes estudos referem que o que se aprende de uma forma consistente e inequívoca é com o sucesso!

Uma equipa do MIT´s Picower Institute for Learning and Memory documentou um tipo de feedback do contexto que activa as capacidades de plasticidade – o “sucesso” nas acções desenvolvidas! Igualmente importante e de alguma forma surpreendente: o seu oposto – o “falhanço” não tem impacto!

Earl Miller, o investigador chefe publicou no jornal Neuron no Verão de 2009, um estudo que demonstra que se absorve mais no “sucesso” do que no “falhanço”.  Segundo este cientista, os neurónios do córtex pré-frontal são onde o cérebro capta o “sucesso” e o “falhanço”, adoptando e sintonizando as experiências positivas de “sucesso”. Refere que, o “sucesso” é mais importante que o “falhanço” e que a actividade do cérebro é mais eficiente quando for necessário captar similar evento. Que após o “falhanço” há pouca actividade no cérebro, pois este não regista informação do mesmo género para ser reutilizada. Se receber um prémio o cérebro vai recordar. Mas com o “falhanço” (a não ser que haja uma clara tendência negativa e traumatizante) o cérebro não tem a certeza do tipo de registo a efectuar não servindo por isso como referência em acontecimentos futuros e similares.

Será que no local de trabalho tal é desejável? O cientista foi extremamente cauteloso quando o questionaram sobre este tema específico alvitrando que se deve, sim dar atenção ao “falhanço” nos locais de trabalho!

Manuel Nascimento