Houve outras organizações que decidiram deixar de lidar com a avalanche de informação, desistindo de a gerir, alegando que qualquer destas tentativas teria custos elevadíssimos. Com a crise muitas empresas desistiram das suas bibliotecas, mediatecas, confusaotecas ou melhor complitecas dando por isso muitas machadadas na sua gestão do conhecimento enveredando pelo self-conhecimento. Este assunto não termina aqui e esperem pelo post da próxima semana! (PS – já sei que são 150 caracteres que em média uma pessoa lê nos post.)

Manuel Nascimento

Uma das soluções originadas foi a passagem para informação complexa e de larga difusão ser transmitidas por vídeo. A importância, a estrutura da mensagem e às vezes a falta de qualidade da produção transforma esses documentos vídeos patéticos e desprestigiantes para quem os emite. Algumas das coisas que referimos numa reunião numa sala quando passa para vídeo pode parecer um programa infantil ou juvenil… Acreditem!

Se não acreditarem comentem, eu não irei fazer um “home vídeo” para ver a falta de credibilidade que V. darão uma orientação estratégica e fundamental na empresa.

Este assunto não termina aqui e esperem pelo post da próxima semana! (PS – continuo a ter as 150 palavras em mente, como limiar para vocês me lerem o post ou serão 150 caracteres?)

Manuel Nascimento

1. Spot problemático

Abril 5, 2010

Carol Bartz executiva da Yahoo perspectiva a morte da gestão tradicional.

Este tema é vasto e demasiado actual.

Morreu e passou à história – diz ela!

A Internet pôs fim à direcção e ao controlo como o conhecíamos. Qualquer pessoa consegue através da utilização da NET colocar em causa ou ridicularizar uma decisão de qualquer Administrador.

Realmente o que mudou? A Internet entre outras coisas será uma avalanche de informação destruidora do status quo?

O que diz Bartz é que a quantidade de informação mudou a forma como as empresas são geridas e as relações interpessoais.

O que realmente vimos como trabalho nas empresas, num café, na praia ou em casa são as pessoas a teclar em volta de um computador sentados a uma secretária durante 8 horas por dia. Então e aquele trabalho do milénio passado em que os trabalhadores corriam de um lado para o outro e era difícil num dia de trabalho manter “o rabo colado à secretária”?

Bem, esse trabalho também existe no entanto, os canais de comunicação nas empresas e no mundo é que estão diferentes e diz Bartz que os únicos canais que continuam imutáveis são os que os trabalhadores mantêm com os chefes.

A direcção e o controlo não morreram e não irão morrer.

Os chefes continuam a ser chefes!

Se um chefe manda fazer XPTO a reacção continua a ser levantar o rabo da cadeira e cumprir as ordens. Se os trabalhadores não cumprirem é natural que arranjem uma grande carga de trabalhos à moda antiga! Na próxima semana continuaremos com este tema.

Manuel Nascimento

Fonte: Financial Times