Mas que conceitos são estes? Estes, e ainda mais outros que não abordámos, são os zunzuns do que será a nova geração cosmopolita.

Todos têm significados diferentes, mas assentam num pressuposto comum: a consciência da importância da criatividade e da inovação na vida e na alma das cidades desenvolvidas.

Falamos aqui de cidades vibrantes e multiculturais que conseguem atrair talentos, cidades que conseguem regenerar a sua oferta cultural e integrá-la do dia a dia dos habitantes, falamos de novos estilos de vida onde trabalho é lazer, e lazer pode ser trabalho, da importância da afirmação do indivíduo, falamos da possibilidade da arte como indústria com intuito de comercialização, falamos de novos movimentos, de novas noções de arquitectura, falamos de novos territórios e de cidades dentro de cidades: pólos de elevada criatividade…

Falamos de um cenário onde a criatividade pode e deve ser integrada em políticas públicas, possibilitando a captação de recursos altamente qualificados, a investigação de universidades e empresas e, desta forma, um crescimento sustentado do PIB, apoiado numa atitude tolerante, valorizadora da diversidade social e cultural.

Por agora, e por ser um tema demasiado vasto, deixamos apenas um cheirinho do fascinante potencial da criatividade.

Consegue identificar cidades criativas?

… já tinha ouvido falar disto?

 

Fontes: