Team

Há tempos lia que “o sistema de ensino educa pessoas muito competentes individualmente, mas não as ensina a trabalhar em equipa. (…) É preciso aprender a produzir em conjunto”.

A verdade é que passamos anos da nossa vida a estudar temáticas das quais não retiramos usufruto. Apresentar trabalhos de grupo e ter algumas disciplinas intituladas pelas ciências sociais não significa que efectivamente se aprenda a trabalhar em equipa ou se desenvolva essas competências.

Distinguimo-nos pelas nossas valências individuais e sabemos à partida que cada pessoa é diferente entre si e valorizamos essa diferença. Ouvimos todos os dias dizer que temos de trabalhar as nossas competências individuais e desenvolver os diferentes saberes. E esta realidade não deixa de ser verdade e essencial.

Desde há muito muito tempo atrás que os contos de fadas nos alertam para o facto de sermos mais fortes todos juntos do que individualmente. Sabemos que um mais um numa equipa é superior a dois, ouvimos duas cabeças debruçadas sobre um mesmo problema darão origem a mais ideias e a melhores soluções.

Contudo, criar uma equipa é doloroso e implica muito tempo e esforço por parte de todos. Perceber o lugar de cada um na equipa e conseguir que essa ligação funcione parece muitas vezes um problema sem solução e um desperdício de tempo e recursos.

Tudo é ainda mais complexo quando estamos perante verdadeiros incompetentes relacionais, quando temos um grupo de pessoas que não tem qualquer perspectiva do que é trabalhar e produzir em conjunto. As competências relacionais estão directamente ligadas à nossa emocionalidade.

Numa altura em que todos falamos diariamente em competitividade, produtividade, na importância das pessoas, é também importante que tenhamos uma atitude preventiva. A verdade é que a sociedade está numa profunda crise, numa crise relacional.

Os comportamentos e atitudes treinam-se e moldam-se de acordo com as nossas experiências, vivências e aprendizagens. É urgente trabalhar as competências pessoais e relacionais desde o início da nossa existência.

Temos como desafio a convivência e a produção em conjunto, verdadeira e genuína.

Parafraseando o nosso Eugénio de Andrade, “É urgente o amor… é urgente destruir certas palavras… é urgente permanecer”.

“A união é um bom começo, manter a união é um progresso e trabalhar em conjunto é a vitória.”

Henry Ford

Carina Barbosa

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Pois é, aqui na C4G somos cada vez mais. A nossa equipa cresceu e entrou em 2012 mais completa, mais ampla, mais dinâmica.  Isso significa que, para coordenar e divulgar, iremos ter mais reuniões, algumas com a sala acima de completa. A Mariana, da empresa vizinha – Conceptwin, decidiu fazer uma recolha de algumas dicas para as otimizar.

  1. Escutar | Se estamos um pouco nervosos, torna-se muito fácil esquecer o que estamos a ouvir o que o nosso contacto ou cliente nos está a dizer. Se fizer um esforço concertado para ouvir, vai colher os benefícios da reunião –  deve repetir tudo de volta, fazer perguntas relacionadas com o tema e as pessoas em questão vão perceber que valoriza a sua opinião.
  2. Dizer o nome das pessoas |  Feito correctamente, este é um pequeno truque que reforça o ponto acima – que de facto, está a escutar.  Ex: “João, eu concordo absolutamente consigo sobre esse assunto” é uma forma amigável para que os interlocutores  saibam que está envolvido, e que está presente numa conversa com eles e mais ninguém. E quem é que não gosta disso num novo colega ou parceiro de negócios?
  3. Bom visual  | Se vai ter uma reunião com um potencial cliente ou parceiro ter um bom visual é meio caminho para causar uma boa impressão.
  4. Chegar a horas |  A pontualidade é uma forma de mostrar respeito e consideração com o próximo, infelizmente, um hábito não muito comum entre a maioria das pessoas. A pontualidade é uma virtude de pessoas civilizadas! Ser pontual é chegar, pelo menos, 15 minutos antes do horário estabelecido.
  5. Sermos nós próprios |  Sejamos nós próprio! Se está está nervoso para atender  um “Sr. Importante”, pode iniciar a conversa por dizer : “Eu estou muito nervoso!”  Seja notável,  entusiasta, mas também não se esqueça de ser específico e, essencialmente, ser genuíno.
  6. Fazer contacto visual  | É muito importante nos dias de hoje fazer um bom “olhar nos olhos” do cliente para criar e transmitir confiança. Se não fizer um bom contacto visual, o potencial cliente ou parceiro poderá pensar que tem algo a esconder.
  7. Sorrir | Certifique-se que sorri no primeiro contacto e tente manter o rosto relaxado e amigável, especialmente se tiver tendência para manter um olhar mais carrancudo.
  8. Linguagem corporal | As estatísticas mostram que as pessoas que sabem como submeter propositadamente o tom de voz e a linguagem corporal são consideradas mais cativantes que aquelas que deixam tudo por conta do instinto. Isso ocorre porque a primeira impressão que os outros fazem de si não começa no momento em que tu começas a falar mas sim aquilo que o seu corpo está a transmitir.

Fonte: http://dralessandroloiola.blogspot.com/2007/08/revisitando-linguagem-corporal.html

Fonte: A IMPORTÂNCIA DE SER PONTUAL – Etiqueta Empresarial – Jornal Carreira e Sucesso

Fonte: http://us.moo.com/ideas/make-a-good-first-impression.html  by Andrea Hubert

 Mariana Simões

O balancé das pessoas…

Fevereiro 5, 2010

Um dos maiores valores que as empresas possuem é a forma como desenvolvem o seu capital humano. Os recursos humanos são confrontados com situações estruturadas ou a maioria das vezes, apenas reagem a problemas quotidianos. Quer numa ou noutra situação a competência das pessoas e das organizações é demonstrada.

Eu, nas funções que desenvolvo tenho que coordenar os recursos da empresa. Todos os recursos necessitam de especiais cuidados para serem eficientemente aplicados. Nos manuais de gestão, em livros de recursos humanos, ou na literatura de aeroporto consegue-se descobrir quase tudo de actual sobre boas práticas a aplicar no capital humano da empresa e a forma de gerir os recursos humanos.

Gostava de apresentar uma teoria.

O balancé nas pessoas.

De uma forma simples a minha teoria do balancé fundamenta-se nas oscilações das atitudes e comportamentos quando as pessoas são confrontadas com tomadas de decisão que conduzem à mudança, tal e qual de um movimento pendular se tratasse.

As pessoas quando confrontadas com as situações de mudança, ganham a segurança com o balanço, esquerda direita, para a frente e para trás. Parece que necessitam de encontrar o seu centro de gravidade.

Os portugueses são muito expressivos nesta dimensão porque utilizam o “nim”, ou seja, nem é não nem sim. Eles umas vezes dizem sim e para a mesma situação noutro contexto dizem não e oscilam entre o sim e o não.

A questão é saber se é necessário parar esse balancé, ou se o devemos aproveitar quando este se situa à esquerda ou à direita, à frente ou atrás, ou no sim ou no não!